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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Os Marotos.

Os Marotos eram assistentes de palco do programa Show Maravilha, exibido pelo SBT.
Assim como Xuxa tinha os seus Paquitos, a Angélica tinha os seus Angélicos, Mara tinha os Marotos.
O grupo foi formado em 1990, e os garotos ajudavam a apresentadora a cuidar das crianças que faziam parte da plateia do programa. Eles também dançavam e cantavam com Mara em apresentações no Show Maravilha, além das participações em outros programas de tv e turnês.
Os cinco garotos chegaram a gravar uma música, Devora-me, e fizeram grande sucesso entre as adolescentes. O fim do grupo se deu em 1994 com o final do Show Maravilha.

Anselmo Kalil fazia muito sucesso com seus cabelos compridos e olhos azuis. Quando deixou de ser Maroto, ele chegou a fazer parte do grupo Boca a Boca, que não chegou a emplacar no cenário musical. Mora em São Paulo, fez curso de prótese dentária e formou a dupla musical, Os Kalil, com o irmão Anderson, ambos passaram a se apresentar no bar Trapiche em São Paulo. Ele foi sócio da casa noturna Heaven e chegou a namorar a top model Marcelle Bittar.
Anderson Kalil, irmão de Anselmo, foi escolhido através de teste. Formou-se em arquitetura e toca com a banda Os Kalil. Anderson se casou, tornou-se pai e mora em São Paulo.
Daniel Martinez começou aos 14 anos, era o mais extrovertido do grupo. Divertido, arrancava risadas dos amigos que o definem como brincalhão. Ele é proprietário de lojas de venda de automóveis em São Paulo, assim que saiu do programa tentou a carreira artística com a dupla sertaneja Alexandre e Daniel, mas disse que se casou cedo, teve filhos e acabou tendo que assumiu responsabilidades.
Marcelo Storelli começou aos 14 anos, tinha os cabelos longos e porte atlético. Também ficou até o final do Show Maravilha. Ganhou peso e mudou bastante a aparência. Ele é formado em Rádio e TV, já foi produtor e diretor de filmes pornográficos e hoje tem uma produtora de vídeo, a Before Produções, que produz  dublagens, vídeo clipes, comerciais e programas de TV. Marcelo é casado e tem uma filha.
Paulo Lima integrou o grupo aos 15 anos, era chamado carinhosamente de Paulinho mas estava no programa desde os 12 anos, foi por três anos o maquinista do trenzinho no qual Mara entrava no programa. Como os outros garotos, ele ocupou o cargo até o final do Show Maravilha e foi trabalhar com Mara na Argentina. Depois se tornou diretor de externas do Tudo é Possível, programa que foi apresentado por Eliana e Ana Hickmann na TV Record. Mara e Paulo começaram a namorar após a saída de ambos do SBT e se casaram em 1999. Em outubro de 2008, o casamento terminou. Os dois, no entanto, continuam amigos.
Adriano Cesar Oliveira era o Maroto substituto. Toda vez que algum deles se ausentava, o garoto, que usava o codinome Andrey S., entrava no palco. Ele chegou a assumir o posto, mas gravou apenas seis programas antes de o Show Maravilha acabar. Atualmente, além de atuar, ele ministra cursos de interpretação em São Paulo

Após 25 anos, os Marotos ainda mantêm a amizade. Em 2015, Daniel Martinez, Marcelo Storelli, Paulo Lima e Adriano Cesar participaram de um encontro dos ex-assistentes de palco.
Os rapazes fizeram algumas revelações sobre aquela época. Disseram que Mara tem uma personalidade forte, e que as vezes rolavam alguns estresses com a apresentadora e sua mãe, já que a baianinha arretada era muito exigente e fazia, quem errasse a coreografia, repetir sozinho na frente dos outros.
Em relação às Maravilhas, rolavam umas paquerinhas, mas eram só flertes mesmo, já com as Paquitas, houve quem engatou um namorico. Aconteceu entre Marcelo e Flávia Pluft.
Os rapazes disseram que a relação deles com os Paquitos e os Angélicos era bem amigável, e que saiam juntos para jogar bola, andar de skate e paquerar.

DEVORA-ME.

PAULINHO CANTANDO COM MARA.

OS MAROTOS DANÇANCO COM A MARA.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

EDILSON OLIVEIRA

Edilson Oliveira entrou para o mundo televisivo em uma visita à sede da TVS, em São Paulo (hoje SBT), na época trabalhava como office-boy, e recebeu um inesperado convite da diretora Olga Maria para trabalhar na emissora.
Com apenas 16 anos, ele encarou o seu primeiro desafio profissional como produtor e e em pouco tempo se tornou coordenador de produção.

Edílson começou a produzir o programa Bozo e, devido ao grande sucesso e os altos índices de audiência que o programa conquistou naquela época, o SBT dedicou boa parte da sua programação ao palhaço que entrava no ar às 7 horas e prosseguia durante a manhã inteira. Para que o programa conseguisse se manter no ar durante as muitas horas de exibição, Silvio Santos  criou a Família Bozo.
O Papai Papudo era interpretado por Gibe, a Vovó Mafalda ficou famosa na pele do diretor Valentino Guzzo, Kuki era o personagem de Roni Cócegas, Salsi Fufu era o então jurado Pedro de Lara e Edílson estreou em frente das câmeras como Tereuteuteu.
Com a saída de um manipulador de bonecos, ele se prontificou para cobrir a lacuna deixada pelo ator e se manteve por um bom tempo fazendo a vóz do boneco Zecão e quando Arlindo Barreto decidiu sair do programa, Edílson assumiu o papel do palhaço mais famoso do mundo.

Bozo só começou a perder audiência quando estreou o Xou da Xuxa na Globo, mesmo assim, Edilson se manteve por dois anos e meio fazendo shows por todo o Brasil além de gravar o programa que se manteve até o ano de 1992.
Valentino Guzzo, a Vovó Mafalda, ganhou novo programa na emissora, e Edílson manipulou os fantoches Michilin e Firmino que interagiam com a Vovó.
Depois se tornou produtor da apresentadora Mariane e trabalhou também no programa da Simony interpretando o papel de um gênio. Mais tarde, quando Angélica foi contratada do SBT, ele participou das novelinhas da atração.
Também esteve presente no programa Veja o Gordo, de Jô Soares, no SBT. Lá, ele participou de vários quadros, inclusive, no dos orientais Xan Xin Xon.

Edílson aceitou o convite para produzir o Táxi do Gugu, no ápice do programa Domingo Legal e depois, com a contratação de Eliana, ele produziu seu programa Festolândia. E continuou com ela em Bom Dia & Cia, manipulando o Flitz, um lúdico computador e, ainda, o Melocoton, a minhoca Bizuca e a Recicléia, uma boneca totalmente reciclada.
A audiência do programa cresceu e Eliana recebeu uma proposta para trocar o SBT pela Record. Edílson também foi junto com a apresentadora.

No Eliana & Alegria, da Record, Edílson consagrou-se com o atrapalhado Chiquinho. Um garoto urbano, que andava mais a pé do que ônibus e, tempos depois, o personagem se tornou um câmera-man atrapalhado.
Em alta com o personagem, Edílson foi convidado para ter um programa só seu na Record. Estreou o ED Banana (foto acima), um Chacrinha dos anos 2000 que utilizava na tevê um formato radiofônico, porém, ele manteve paralelamente o seu trabalho no infantil Eliana & Alegria.
Com a extinção do programa da Eliana, ele continuou na emissora até o fim do contrato.

Em 2007, Edílson aceitou o convite de Fabiano Freitas, presidente da TV Itapoan, afiliada da Record da Bahia, para apresentar o seu próprio programa, Mundo do Chiquinho, que estreou no dia 26 de maio e foi exibido semanalmente aos sábados.
Na atração, além de Chiquinho, o ator interpretou também o Chico Santos, o palhaço Fosco, e ainda ganhou o reforço da atriz Patrícia Anastácio que interpretou a Cissa Lingüiça, a prima de Chiquinho.

ED BANANA.


CHIQUINHO NO PROGRAMA DA ELIANA.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

MARIETTE.

Mariette Detotto nasceu em São Paulo, no dia 26 de outubro de 1964.
Com seus 16 anos se formou em dança e foi com sua irmã participar de um concurso no programa de Raul Gil, no SBT, onde conheceu e encantou Raulzinho, o diretor do programa e filho do apresentador, por quem foi convidada a integrar a equipe do programa. Foi ali que conheceu Augusto Liberato, o Gugu, que era do júri de Raul.
Em 1982 estreou o Viva a Noite sob o comando de Gugu e Mariette juntamente com Rose Miriam se tornaram as primeiras tele moça do programa, abrindo as portas para a sua sucessora Alessandra Scatena. Na ocasião, ela trabalhava com Silvio Santos também e o auxiliou nos programas Domingo no Parque, Caldeirão da Sorte e Roletrando (Roda a Roda).
O programa foi o divisor de águas em sua vida, pois através dele se tornou conhecida nacionalmente e se transformou na grande atração do programa, principalmente da ala masculina. O Viva a Noite apresentava um quadro chamado Sonho Maluco que realizava os pedidos do público e uma vez um rapaz pediu para passar talquinho na Mariette assim como dizia uma música de Gugu.
Após alguns anos de trabalho no SBT, Gugu e Mariette partiram para a Rede Globo de TV mas meses depois, antes de estrear, ele retornou ao SBT à pedido de Silvio Santos, e ela continuou na emissora trabalhando com Os Trapalhões.
Ela também apresentou nesta época um programa de rádio na Transamérica e em 1989 posou para revista Playboy. Participou também de musical de Mieli. Depois de um tempo na TV Globo, ela voltou ao SBT fazendo participações na Praça é Nossa e Programa de Vídeos do Gugu, até se afastar da TV para se dedicar ao casamento.
Anos mais tarde o casamento acabou e Mariette voltou a atuar no humorístico a Praça é nossa onde conheceu Walter Mercado. Ele se encantou com ela e depois de um tempo a convidou para trabalhar com ele em Miami, EUA.
Mariette e Walter Mercado desenvolveram trabalhos dentro da America Latina e nos EUA, que lhe rendeu um filme (CHASING PAPI) e, juntamente com Walter Mercado, um DVD onde ensina coquetéis, massagens e banhos ligados a área do esoterismo, além de reportagens para as TVs Hispânicas e de Miami.
Mariette se tornou professora de spinning e diz que não trabalha por necessidade, mas por puro hobby. Além disso, pinta telas também.

VIVA A NOITE, ANOS 80.


EM OS TRAPALHÕES.


NA PRAÇA É NOSSA.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

MARCELO AUGUSTO.

Marcelo Augusto Oliveira nasceu em Santos, no dia 29 de julho de 1971.
Iniciou sua carreira no SBT, mais precisamente no programa "Corrida Maluca", onde atuou até o ano de 1991 como assistente de palco de Gugu Liberato, depois apadrinhado pelo apresentador iniciou uma carreira de cantor, tendo em seu primeiro álbum a regravação de "Hey Girl", canção que já havia feito sucesso com o The Fevers.
Marcelo fez a linha galã, e com canções românticas era presença frequente nos programas de tv, como o Viva a Noite, entre outros. Uma de suas regravações foi da música "Cachoeira", sucesso anterior na voz de Ronnie Von.
Seu segundo álbum foi lançado em 1993, com a música de trabalho "A vida tem dessas coisas", que mais tarde foi gravada pela dupla Leandro e Leonardo. No entanto, seu grande hit veio em 1994, quando gravou "Completamente Apaixonados", uma adaptação da canção "Completamente Enamorados" de Eros Ramazzotti.
No ano de 1997, Marcelo foi convidado pela extinta TV Manchete a apresentar o programa "Perdidos na Tarde" ao lado de Luiz Thunderbird e posteriormente o "Mexe Brasil", desta vez sozinho. Após a compra da Manchete pela Rede TV!, Marcelo Augusto e Valéria Monteiro foram os primeiros apresentadores do programa "A Casa é Sua", programa que depois chegou a ser comandado por Clodovil, Ronaldo Esper, Sônia Abrão e Leonor Corrêa.
Marcelo foi convidado pela TV Gazeta para substituir Guto Moreno na apresentação do programa "Ligação". Por fim, de 2003 até 2012 atuou ao lado de Renato Aragão nos programas Turma do Didi e Aventuras do Didi na Rede Globo.
Em 2006, Marcelo fez seu primeiro espetáculo teatral. Unindo os talentos de cantor e ator, protagonizou o musical "O Rei da Noite" inspirado na vida do produtor Carlos Machado, que foi o responsável pela introdução do teatro cantado no Brasil e o grande rei da noite carioca.
Em 2014, foi contratado pelo SBT para fazer parte do reality show Esse Artista Sou Eu, comandado por Márcio Ballas.

A VIDA TEM DESSAS COISAS.

COMPLETAMENTE APAIXONADOS.

NA TURMA DO DIDI.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

ALESSANDRA SCATENA.

Alessandra Scatena Gherbali nasceu em Rio de Janeiro, no dia 30 de setembro de 1975.
Começou a trabalhar na tv muito jovem, desde os 13 anos em 1989, como assistente de palco do apresentador Gugu, ainda no Viva a Noite no SBT.
Depois, atuou ainda com o apresentador, até 2001 no Domingo Legal e Passa ou Repassa.
No período de assistente de palco, ela estampou a capa da revista Playboy em setembro de 1997 e em outubro de 1998 ganhou um poster gigante em uma edição especial.
Também integrou a trupe de semi nus que brincavam na banheira do Gugu no programa Domingo Legal, quadro em que atuava apenas porque o trabalho pedia, revelou mais tarde que não gostava. E ainda estrelou um clipe da banda Charlie Brow Jr. (Proibida pra mim). Alessandra estrelou a campanha publicitária de um produto para emagrecer, mas depois da tv disse que nunca fez dieta e nem se importou com a forma física, aliás, ser símbolo sexual era algo que não lhe agradava.
Ao deixar o programa entrou para o reality A Casa dos Artistas.
Alessandra fez alguns trabalhos em outras emissoras. Ela participou do "A Turma do Didi" na Globo e teve seu próprio programa "Alessandra Scatena" na RBTV, além de apresentar o Sounds of Brazil em Miami e trabalhou na TV Poços, do sul de Minas Gerais.
Alessandra deixou a tv para se dedicar a família e, então, trabalha como mestre-de-cerimônias e se dedica à filantropia, apoiando ONGs das mais diversas causas em São Paulo.

CONTANDO COMO FOI A SUA SAÍDA DA TV.

NO TV FAMA.